terça-feira, 23 de setembro de 2014
Gregorio Allegri
Gregorio Allegri
Nasceu no dia, 7 de Fevereiro de 1652. Foi um
sacerdote católico, cantor e compositor italiano da Escola romana. Lá viveu a
maior parte da vida onde também morreu. Embora tenha composto e publicado uma profusão de obras sacras, Allegri é lembrado,
sobretudo por seu Miserere,
um elaborado sacro cantado até 1870 pelo coro papal
durante a Semana Santa. Mesmo com os detalhes
da obra sendo mantidos em sigilo absoluto, dizem que Mozart, com apenas
quatorze anos, reproduziu-a de memória após ouvi-la somente uma vez.
A posição de Allegri como cantor e maestro di cappella do coro papal foi o auge de uma carreira iniciada como menino de coro aos nove anos de idade. Começou seus estudos em composição com G.M. Nanino, maestro di cappella em San Luigi dei Francesi, em Roma. Depois de trabalhar em catedrais em Fermo e Tivoli, voltou a Roma, acabando por se juntar ao coro papal.
A música que escreveu para a A música que escreveu para a A música que escreveu para a A música que escreveu para a Capela Sistina, ao contrário de suas obras anteriores, era fora de moda na época, seguindo o stile antico de Giovanni Pierluigi da Palestrina, mas, como a música deste último, era rica em sutileza e nitidez estilística. Allegri também publicou oito livros de motetos sacros num estilo mais moderno, entre 1618 e 1639, destinados a consumo amplo. Entre as obras mais famosas de Allegri está Miserere Mei Deus.
A posição de Allegri como cantor e maestro di cappella do coro papal foi o auge de uma carreira iniciada como menino de coro aos nove anos de idade. Começou seus estudos em composição com G.M. Nanino, maestro di cappella em San Luigi dei Francesi, em Roma. Depois de trabalhar em catedrais em Fermo e Tivoli, voltou a Roma, acabando por se juntar ao coro papal.
A música que escreveu para a A música que escreveu para a A música que escreveu para a A música que escreveu para a Capela Sistina, ao contrário de suas obras anteriores, era fora de moda na época, seguindo o stile antico de Giovanni Pierluigi da Palestrina, mas, como a música deste último, era rica em sutileza e nitidez estilística. Allegri também publicou oito livros de motetos sacros num estilo mais moderno, entre 1618 e 1639, destinados a consumo amplo. Entre as obras mais famosas de Allegri está Miserere Mei Deus.
Francesco Gasparini
Francesco Gasparini
Nascido
em Camaiore, perto
de Lucca. Um
estudante provável de Corelli, Francesco Gasparini foi um compositor barroco e
professor de italiano de reputação, especializado em óperas escrevendo 50,
assim como cantatas solo, oratórios e música sacra vocal. Ele também era um educador
importante e administrador sagaz. Foi Gasparini que contratou Antonio Vivaldi como
mestre de violino. A
maioria das músicas não-operística de Gasparini mostra grande habilidade com
contraponto (na música, é uma técnica usada
na composição onde duas ou mais
vozes melódicas são compostas levando-se em conta, simultaneamente: o perfil melódico de cada uma
delas e
a qualidade
intervalar e harmônica gerada pela sobreposição das duas ou mais melodias).
Escrevi
obras teóricas, incluindo um tratado de baixo cifrado (é um tipo de notação musical inteira utilizado para indicar os
intervalos, os acordes e os enarmônicos em relação a uma nota do baixo). Suas óperas eram modelos para a
próxima geração de compositores, nomeadamente Handel.
Ele tinha cerca de vinte e já servia
como organista da Madonna dei Monti, em Roma. Foi lá que ele pode ter estudado
com Corelli e com Pasquini. O próximo par de anos
encontrei-o estudar canto e composição na Academia Filarmônica de Bolonha, mas
Gasparini parece ter sido agitado; em 1686, ele e seu irmão foram
viver e estudar com Legrenzi em Veneza; no ano seguinte, ele estava
trabalhando em Roma, como violinista e compositor ao Cardeal Benedetto
Pamphili. Em Roma, Gasparini desenvolveu
uma relação cordial com Alessandro Scarlatti, e em 1705, depois de Gasparini
tinha se mudou para Veneza, Scarlatti mandou seu filho Domenico lá para estudar
com ele.
Gasparini estava em Veneza,
porque em 1701-13 ele se tornou diretor de atividades musicais no Ospedale
della Pietà; ele parece ter desembarcado
este post sobre a força das óperas e cantatas que tinha vindo a publicar desde
meados da década de 1680, que foram aparentemente bem recebidos. Dentro de cinco ou seis anos,
Gasparini transformou o Ospedale em um dos melhores conservatórios da Itália,
com os gostos de Antonio Vivaldi na equipe. Durante este tempo Gasparini
tornou-se um compositor de ópera prolífico.
Por volta de 1713, Gasparini
estava inquieta outra vez; partiu do Ospedale,
supostamente em uma licença de seis meses, e acabaram por se instalar novamente
em Roma. De 1716-1718, ele trabalhou lá
como maestro di cappella com o príncipe Ruspoli; depois que ele foi contratado
pela família Borghese. Produção de Gasparini de novas
óperas começou a desaparecer por volta de 1720; ele morreu em 1727, apenas
alguns meses depois de assumir o cargo de maestro di cappella na igreja de São
Giovanni in Laterano.
Cantatas de Gasparini eram
tecnicamente hábil e muito admirado, mas sua maior influência foi na ópera,
suas obras tardias estabelecimento de normas estilísticas para a próxima
geração de compositores, incluindo Handel. Seu manual sobre o baixo
cifrado, L'armonico pratico, foi leitura obrigatória para os
alunos até o início do século XIX.
Nascido em Camaiore,perto de Lucca, estudou em Roma com Corelli e Pasquini . Sua primeira ópera importante, Roderico (1694), foi produzido lá. Em 1702 ele foi para Veneza e se estabeleceu como um dos
principais compositores da cidade. Em 1720 ele retornou a Roma
para sua última Tigrane importante trabalho (1724). Ele escreveu a primeira Ópera
usando a história de Hamlet (Ambleto, 1705), embora este não fosse
baseada em Shakespeare play's.Gasparini também era
professor, o instrutor de Marcello. Quantz e Domenico Scarlatti. Ele escreveu um tratado sobre o
cravo (1708).
Barroco na Música
O Barroco
na Música
(1600-1750)
O Barroco
de início era usado pra designar o estilo da arquitetura e da arte do século
XVII, que se caracterizava pelo estilo rebuscado e pelo emprego excessivo de
ornamentos. Na música, o termo é indicado para designar o período que vai do
aparecimento da ópera (“Orfeo”, de Monteverdi, 1607) e do oratório até a morte
de J.S. Bach (1750). É considerada
uma das épocas musicais mais longas, fecundas, revolucionárias e importantes de
música ocidental e provavelmente também a mais influente.
O período Barroco teve
início na Itália e seus precursores foram Giovanni Gabrieli e Claudio
Monteverdi. O movimento se espalharia para a Alemanha, com Heinrich Schütz e
França com Jean-Philippe Rameau. Outras figuras representativas do Barroco, na
Europa continental foram Jean-Baptiste Lully, Giacomo Carissimi e Arcangelo
Corelli.
A partir do século XVII, o
sistema de modos perde cada vez mais importância, sendo abandonado
gradativamente pelos compositores que passam com mais freqüência a se utilizar
de bemóis e sustenidos, causando a perda de identidade dos modos que acabam
ficando reduzidos a apenas dois: jônio e eólio. A partir daí, passa a se
desenvolver o sistema tonal maior-menor que será à base da harmonia nos
próximos dois séculos que se sucedem. Na realidade, trata-se justamente do
aproveitamento desses dois modos: o modo jônio (modo “maior”) e o modo eólio
(modo “menor”).
Características
principais do Barroco
Entre as características mais importantes do período estão o uso
do baixo contínuo, do contraponto e da harmonia tonal, em oposição aos modos
gregorianos até então vigente.
De início, ocorre a retomada de tessituras mais leves e
homofônicas, com a melodia apoiada em acordes simples. As tessituras
polifônicas, entretanto logo retornam.
O gênero predominante do sec XVII é a ópera mas surgiram também
novas formas musicais como o oratório, a fuga, a
suíte, a sonata e o concerto. Aos tipos de música mais freqüentes
são coral, recitativo e ária, ópera, oratório e cantata, abertura italiana,
abertura francesa, tocata, prelúdio coral,
suíte de danças, sonata de câmara, sonata de chiesa, concerto grosso e concerto solo.
Durante a época barroca, a improvisação era
muito comum, muitos dos ornamentos nem sequer constavam nas partituras e sim
eram criados de forma improvisada durante a execução. A arte da ornamentação
era então, uma prática musical amplamente difundida e, por isso, a maioria dos
compositores esperava que o intérprete ornamentasse suas obras. Freqüentemente,
até mesmo anotavam apenas uma estrutura harmônica, que só com a arte da
ornamentação poderia se transformar em um todo sonoro acabado.
Nesse período a instrumentação atinge sua primeira maturidade e
grande florescimento. Pela primeira vez surgem gêneros musicais puramente
instrumentais, como a suíte e o concerto. Nesta época, surge também o
virtuosismo, que explora ao máximo o instrumento musical.
Johann
Sebastian Bach e Dietrich Buxtehude foram os maiores virtuoses do órgão. Jean
Philipe Rameau, Domenico Scarlatti e François Couperin eram virtuoses do cravo.
Antonio Vivaldi e Arcangelo Corelli eram virtuoses no violino.
O barroco foi à época de máximo desenvolvimento
de instrumentos como o cravo e o órgão, mas também surgiram várias peças para
grupos pequenos de instrumentos, que iam de três até nove instrumentistas, a
chamada música de câmara. Um traço constante nas orquestras barrocas era o
emprego do órgão ou cravo contínuo, preenchendo a harmonia, enriquecendo a
tessitura e, de fato mantendo a unidade da orquestra.
ITÁLIA NO SÉC. XVII - XVIII
O Barroco na Itália
A história do Barroco confunde-se com a História italiana dos séculos XV a XVIII. A conturbada História italiana mostra simplificadamente, a eterna disputa dos grandes e pequenos reinos do norte entre eles mesmos e a França, Espanha, Suíça, Hungria, Áustria e Alemanha, não se dando tempo para criar cultura própria, exceto nos intervalos guerreiros. Mostra a anarquia e a corrupção dos Estados Papais e a permanente gangorra entre a estável República de Veneza e o Reino das Duas Sicílias, balançando sobre a riqueza da Toscana. Aí sim, repousa o poderio artístico italiano, principalmente sobre a cidade de Florença, que tinha o lírio como emblema e a flor (ou florim) de ouro como moeda, a mais valiosa e usada nas transações internacionais na época.
A predominância vocal da música barroca italiana recomendou o uso acessório de violinos, cravos e órgãos portáteis. Os violones, por exemplo, só apareceram lá por 1650 e somente em Veneza, por causa do intenso intercâmbio com a Alemanha. Era também usado correntemente o clarinete, o chalumeau e a viole all’inglese. O oboé e a flauta transversal só foram adotados no último estágio barroco.
A produção musical na Itália foi tão abundante no barroco que sufocou todas as iniciativas estrangeiras. Ainda no período clássico este predomínio tenha permanecido ao menos no campo da ópera.
Os florentinos tinham inventado a ópera para aperfeiçoar a arte dramática. Em vez disso, surgiu um gênero que os franceses e os italianos passaram a denominar de “arte lírica”.
Na Itália, o nome mais destacado foi Antonio Vivaldi (1678-1741), autor de numerosos concertos, óperas e oratórios.
A ele é atribuída à composição da série de concertos “As Quatro Estações”, provavelmente a mais difundida de todas as peças desse período. Foi o responsável por estabelecer definitivamente a forma do concerto, que continua a ser composta até os dias atuais.
Embora fosse um sacerdote deu os passos definitivos para a música instrumental profana, seguindo por um caminho que levou até a arte de Bach, que o teria ouvido quando Vivaldi viajou até Dresden para apresentar-se como violinista.
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